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O QUE DIZER DE 2017?

Em um país em crise de valores morais e éticos muito mais graves do que a crise econômica, muitos tem medo de um 2017-S. Realmente foi um ano duro, iniciando com crise na segurança pública do estado e entre tantas outras inseguranças com as quais o cidadão de bem, das classes mais simples, convive diariamente. A única segurança que nos resta é Deus. O único que jamais nos abandona. Nossos políticos, ah nossos políticos… bem, deixemos de lado essa raça de víboras e raposas! Precisamos aprender a votar. Já sabemos em quem não votaremos nas próximas eleições!


Mas, o que dizer de 2017? Bom, os prognósticos não eram nada animadores! Claro que estamos falando do Handebol! Cerca de 90% da equipe anterior deixou a escola. Alguns alunos que eram do infantil e que deveriam fazer parte da equipe foram para outro lugar. Já estávamos em desvantagem, pois nossa equipe seria muito nova e inexperiente. Porém, nossos meninos nos deram esperança em um confronto diante de uma boa equipe, mais experiente e rodada no inicio do ano, que nos levou a repensar o treinamento visando as finais dos Jogos Na Rede, que neste ano completaria 10 anos de existência. Nada como vencer nesta ocasião.


E assim o fizemos. Mas não foi nada fácil. Perdemos o ginásio da escola, tivemos problemas de saúde com alguns alunos, de trabalho com outros e por aí a fora. Só conseguimos fechar a equipe na reta final para a competição. Participamos de alguns torneios e levamos muitas pancadas. Mas não desistimos de nosso sonho, de nosso objetivo traçado no início do ano.


É costume, e bom costume, diga-se de passagem, colocar um painel de 5 m de comprimento x 1,60 m em nosso ginásio das equipes campeãs estaduais. Trata-se do projeto: “A HISTÓRIA SE FAZ COM GRANDES CAMPEÕES”. Nosso ritual com os alunos é sempre o mesmo: paramos diante do espaço vazio na parede escolhida, e propomos a visualização do painel contendo a foto deles. Estimulamos esta prática várias vezes ao ano, até que ele mesmo o faça na busca da meta estabelecida. Claro, explicamos a dureza do caminho a ser perseguido. Mas tem funcionado, graças à Deus e aos esforços deles nos treinamentos.


Neste dia 22 de dezembro, em nossa confraternização, pela conquista do 8º título Estadual nos Jogos Na Rede, fechamos o ciclo com alguns, que deixaram saudades e a marca de suas passagens pela escola, e reiteramos o compromisso com aqueles que permanecem e que se juntarão aqueles que virão de outras escolas para fazer parte dessa linda história. Nossos  meninos são preparados para ser campeões na vida, sendo pessoas de ATITUDE frente aos desafios. São estimulados a não reclamar das circunstâncias adversas, mas aproveita-las para reinventar-se superar seus limites pessoais e em equipe.


Nossa função enquanto semeador é lançar a boa semente no coração desses cidadãos em processo de construção. Não depende de nós o tempo para a semente germinar. Mas acreditamos que vai brotar e que vai produzir fruto, cada um em seu próprio tempo. Acreditamos que o fruto será bom e que será em abundância. É assim que construímos nosso legado!

Album…

Que venha 2018! A parede já foi escolhida e apresentada aos que ficam. Os desafios e as dificuldades serão transformados em oportunidades de superação, porque acreditamos no que diz a letra do hino de nossa escola: “quem trabalha e confia, sempre vence!”

Marcelus Carlete Khéde


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